
O PISO calcula o valor mínimo em que a obra ainda dá lucro — e diz, antes de você gastar três dias montando planilha, quando simplesmente não vale a pena entrar.
Diagnóstico gratuito em cima de 3 licitações que você já disputou.
Três dias montando a planilha. Cotação com cinco fornecedores. Você afiou o preço até onde deu — e ganhou.
Seis meses depois, o resultado não fecha. Aditivo negado. Medição atrasada. E aquela sensação de que a conta nunca fechou desde o começo.
Em 1971, três geólogos investigaram por que as petrolíferas que venciam os leilões de blocos eram justamente as que perdiam dinheiro. A resposta vale igual para licitação de obra.
A obra custa o que custa. Todo mundo estima o mesmo custo — só que cada um erra um pouco, para mais ou para menos.
Quem vence não é o mais eficiente. É quem mais errou para baixo.
Por isso ganhar, sem corrigir a conta, é o evento ruim. E quanto mais concorrente na disputa, pior fica — porque aumenta a chance de alguém ter errado ainda mais que você.
O valor exato abaixo do qual ganhar vira prejuízo — corrigido pelo número de concorrentes que a disputa deve atrair.
Acima desse número, a obra só pode ser vencida perdendo dinheiro. É o sinal de saída antes de gastar a primeira hora.
Um veredito, com a conta aberta. Editais com valor esperado negativo simplesmente não aparecem na sua lista.
Obra de R$ 1 milhão de teto. Veja o que acontece com o seu custo direto:
Entre R$ 700 mil e R$ 740 mil há 5,7% de diferença. Mas você sai de "disputa tranquila" para "não entre". Eficiência não move sua margem — move a probabilidade de a licitação ser vencível. Nenhuma planilha mostra isso.
Varremos o PNCP inteiro — União, estados e os 5.570 municípios — atrás do que casa com o que a sua empresa executa e com o que ela consegue ser habilitada a disputar.
Objeto, prazo de execução, garantias, e o checklist de habilitação nas quatro categorias legais — com o que você já tem e o que falta correr atrás.
Curva ABC do orçamento, cesta de preços saneada conforme a IN 65/2021, BDI dentro da faixa do TCU e o piso de lance. Com a memória de cálculo aberta.
| Portais de alerta | Softwares de orçamento | PISO | |
|---|---|---|---|
| Encontra o edital | sim | não | sim |
| Lê o edital inteiro | parcial | não | sim |
| Monta o orçamento | não | sim | sim |
| Diz o seu piso de lance | não | não | sim |
| Diz quando NÃO entrar | não | não | sim |
Os portais te dão volume — e volume é justamente o problema de quem já participa demais e ganha de menos. Os softwares de orçamento calculam bem, mas partem de um projeto que você já digitou, e nenhum deles sabe quantos concorrentes aquele órgão costuma atrair.
Não. Orçamento de obra pública tem ART e responsável técnico, e isso continua sendo seu. O PISO é ferramenta de apoio à decisão: entrega a memória de cálculo aberta, item por item, para o seu engenheiro conferir e assinar. Nada sai como caixa-preta.
De fonte pública e auditável: SINAPI e SICRO para composições de obra, e o histórico do que o governo efetivamente pagou — com fornecedor, marca e local — reconstruído a partir do PNCP e do Painel de Preços. A cesta é saneada por critério estatístico robusto e testada contra o mínimo de três preços que a IN SEGES 65/2021 exige.
É exatamente para quem o PISO foi feito. Ele checa o teto de habilitação pelo seu patrimônio líquido (art. 69, §4º) e o seu acervo técnico antes de sugerir qualquer coisa — então você para de gastar tempo com obra que ia ser inabilitada na papelada, e passa a ver as que você realmente pode ganhar.
Você vai ver, em números, quanto deixou na mesa nas que perdeu — e quanto quase perdeu nas que ganhou. Sem compromisso e sem instalar nada.
Resposta em até 1 dia útil. Se a conta não mostrar nada relevante na sua operação, a gente diz isso na cara e não insiste.