Para construtoras que vendem para o governo

Você não perde licitação por preço alto.

Você perde dinheiro ganhando com preço baixo.

O PISO calcula o valor mínimo em que a obra ainda dá lucro — e diz, antes de você gastar três dias montando planilha, quando simplesmente não vale a pena entrar.

Diagnóstico gratuito em cima de 3 licitações que você já disputou.

6.278
contratações publicadas no PNCP por dia útil
68%
dos editais de obra escondem a planilha dentro do PDF
R$ 131.949
a perda média por ignorar a conta, numa obra de R$ 1 milhão
1971
o ano em que provaram por que isso acontece
Obra pública parada, com material empilhado e ninguém trabalhando
O problema

A obra que você ganhou.

Três dias montando a planilha. Cotação com cinco fornecedores. Você afiou o preço até onde deu — e ganhou.

Seis meses depois, o resultado não fecha. Aditivo negado. Medição atrasada. E aquela sensação de que a conta nunca fechou desde o começo.

R$ 131.949
É quanto custa, em média, vencer uma obra de R$ 1 milhão com o lance "custo + BDI". Não é margem apertada. É prejuízo que já estava embutido na hora em que você deu o lance.
Isso tem nome

A maldição do vencedor.

Em 1971, três geólogos investigaram por que as petrolíferas que venciam os leilões de blocos eram justamente as que perdiam dinheiro. A resposta vale igual para licitação de obra.

A obra custa o que custa. Todo mundo estima o mesmo custo — só que cada um erra um pouco, para mais ou para menos.

Quem vence não é o mais eficiente. É quem mais errou para baixo.

Por isso ganhar, sem corrigir a conta, é o evento ruim. E quanto mais concorrente na disputa, pior fica — porque aumenta a chance de alguém ter errado ainda mais que você.

Piso = Custo × ( 1 + σ × an )
σ = a dispersão histórica das suas próprias estimativas · an = o quanto o menor de n palpites fica abaixo da verdade. O PISO mede os dois na sua operação — não usa média de mercado.
Detalhe de projeto técnico e instrumento de medição
O que muda na sua mesa

Três números que ninguém te dá hoje.

01

Seu piso de lance

O valor exato abaixo do qual ganhar vira prejuízo — corrigido pelo número de concorrentes que a disputa deve atrair.

02

Quantos concorrentes você aguenta

Acima desse número, a obra só pode ser vencida perdendo dinheiro. É o sinal de saída antes de gastar a primeira hora.

03

Entrar ou passar

Um veredito, com a conta aberta. Editais com valor esperado negativo simplesmente não aparecem na sua lista.

E por que 6% de eficiência decide tudo

Obra de R$ 1 milhão de teto. Veja o que acontece com o seu custo direto:

Custo direto R$ 640.000aguenta 56 concorrentes
Custo direto R$ 680.000aguenta 12 concorrentes
Custo direto R$ 700.000aguenta 7 concorrentes
Custo direto R$ 740.000aguenta 2 — passe
Custo direto R$ 780.000aguenta 1 — passe

Entre R$ 700 mil e R$ 740 mil há 5,7% de diferença. Mas você sai de "disputa tranquila" para "não entre". Eficiência não move sua margem — move a probabilidade de a licitação ser vencível. Nenhuma planilha mostra isso.

Como funciona

Você não digita nada.

Toda manhã, o radar roda

Varremos o PNCP inteiro — União, estados e os 5.570 municípios — atrás do que casa com o que a sua empresa executa e com o que ela consegue ser habilitada a disputar.

O edital é lido por inteiro

Objeto, prazo de execução, garantias, e o checklist de habilitação nas quatro categorias legais — com o que você já tem e o que falta correr atrás.

A conta chega pronta

Curva ABC do orçamento, cesta de preços saneada conforme a IN 65/2021, BDI dentro da faixa do TCU e o piso de lance. Com a memória de cálculo aberta.

Por que não é mais do mesmo

Todo mundo responde "quanto custa". Ninguém responde "vale a pena entrar".

 Portais de alertaSoftwares de orçamentoPISO
Encontra o editalsimnãosim
Lê o edital inteiroparcialnãosim
Monta o orçamentonãosimsim
Diz o seu piso de lancenãonãosim
Diz quando NÃO entrarnãonãosim

Os portais te dão volume — e volume é justamente o problema de quem já participa demais e ganha de menos. Os softwares de orçamento calculam bem, mas partem de um projeto que você já digitou, e nenhum deles sabe quantos concorrentes aquele órgão costuma atrair.

Obra pública concluída ao entardecer
Antes que você pergunte

As três dúvidas de sempre.

Vocês assinam o orçamento no meu lugar?

Não. Orçamento de obra pública tem ART e responsável técnico, e isso continua sendo seu. O PISO é ferramenta de apoio à decisão: entrega a memória de cálculo aberta, item por item, para o seu engenheiro conferir e assinar. Nada sai como caixa-preta.

De onde vêm os preços?

De fonte pública e auditável: SINAPI e SICRO para composições de obra, e o histórico do que o governo efetivamente pagou — com fornecedor, marca e local — reconstruído a partir do PNCP e do Painel de Preços. A cesta é saneada por critério estatístico robusto e testada contra o mínimo de três preços que a IN SEGES 65/2021 exige.

E se minha empresa for pequena demais?

É exatamente para quem o PISO foi feito. Ele checa o teto de habilitação pelo seu patrimônio líquido (art. 69, §4º) e o seu acervo técnico antes de sugerir qualquer coisa — então você para de gastar tempo com obra que ia ser inabilitada na papelada, e passa a ver as que você realmente pode ganhar.

Comece pelo que já aconteceu

Escolha 3 licitações que você já disputou. A gente refaz a conta.

Você vai ver, em números, quanto deixou na mesa nas que perdeu — e quanto quase perdeu nas que ganhou. Sem compromisso e sem instalar nada.

Resposta em até 1 dia útil. Se a conta não mostrar nada relevante na sua operação, a gente diz isso na cara e não insiste.